segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

E Deus inventou a Lívia Maria, e viu que poderia não ser tão bom assim...


A roda. A lâmpada, o telégrafo, o telefone, até o simples escorredor de arroz alguém foi lá e inventou! Inventaram as canções, todas elas... românticas ou não, de todos os estilos, todos os gêneros.
Inventaram também as armas, as doenças e as curas e assim foi-se passando o tempo, cada tempo com sua invenção diferente, cada hora com sua novidade singular. Ai quis eu, inventar um jeito de falar, de ser e de agir e, no fim das contas, estou parecendo uma copia barata de coisa nenhuma!
Não tem mais como dizer o que sinto, porque o que sinto já foi feito, já foi falado, já foi exposto. Não tem mais como eu fazer o que eu quero de forma inédita, porque tudo o que minha limitada humanidade não consegue aceitar certos tipos de cosas. Não tem mais como eu querer o que quero porque certamente vai ter alguém que vai falar que queria antes de mim.
Eu sei que nada vai continuar como antes, que muito ainda irá aparecer, mas qualquer esboço de sentimento ou atitude que eu tentar descrever ou despejar agora, atualmente vai ser desespero e brevemente vai ser obsoleto!