quinta-feira, 17 de março de 2011

Descreva-me ou escreva-me!


Li, reli, analisei, quase fiz uma tese a respeito.
Decifrei cada palavra desconhecida, desvendei cada intenção oculta, busquei um sentido a cada parágrafo.
Foram dias, meses de leitura. Anos.
Leitura difícil e árdua, mas confesso que prazerosa.
Cada A, B, C ou Z tinha um significado singular. Um simples se confundia-se em conjunção e pronome.
Palavras aleatoriamente estratégicas e estrategicamente aleatórias, suscetíveis a mercê de qualquer sim ou não. Básicas ou complexas, mas sempre exatas.
Uma exatidão de incerteza tão tamanha que hoje ao ler e reler mais uma vez essa obra, peço licença pra dizer que me aceito ainda como rascunho.
FIM