
E pra variar, me peguei mais uma vez pensando em tudo e em nada ao mesmo tempo. Parei um pouco no meio daquela conturbada introspecção e ouvi uma voz que não sei ao certo dizer se era da razão ou do coração, essa voz não gritava mas era muito nítida, um sussurro ininterrupto, comecei a incomodar-me.
Dentro daquela bagunça sentimental ainda consegui manter-me sob controle apesar de estar com o maior nó na garganta que já tive e com as lagrimas mais prontas a espera somente de um pretexto real pra começarem a rolar.
Tentando ter uma visão panorâmica dessa experiência me senti totalmente isolada e sem lugar nenhum ponto de apoio ou foco a seguir, continuei ali, sem saber ainda o que pensar, dizer, sentir ou simplesmente como agir.
Apesar de toda confusão, do nó da garganta não sumir, estou conseguindo manter a situação sob controle, com as coisas nos seus devidos lugares, parece que descobri que Papai Noel não existe, mas que bicho papão também não.
E assim volto a meus afazeres, aos meus porquês? aos meus pra que? pensando ainda nos “se” da vida, agonizando as possíveis revoltas e as prováveis decepções.
Dentro daquela bagunça sentimental ainda consegui manter-me sob controle apesar de estar com o maior nó na garganta que já tive e com as lagrimas mais prontas a espera somente de um pretexto real pra começarem a rolar.
Tentando ter uma visão panorâmica dessa experiência me senti totalmente isolada e sem lugar nenhum ponto de apoio ou foco a seguir, continuei ali, sem saber ainda o que pensar, dizer, sentir ou simplesmente como agir.
Apesar de toda confusão, do nó da garganta não sumir, estou conseguindo manter a situação sob controle, com as coisas nos seus devidos lugares, parece que descobri que Papai Noel não existe, mas que bicho papão também não.
E assim volto a meus afazeres, aos meus porquês? aos meus pra que? pensando ainda nos “se” da vida, agonizando as possíveis revoltas e as prováveis decepções.

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