
Eu não to a fim de afrontes, disputas, de meter a cara. Minha cara já foi metida faz tempo por muito menos ou muitos mais. Não quero mais experimentar os mesmos sabores escondidos em outras formas e cores. Testando, saboreando, meditando, sentindo, especificando, elucidando, resumindo, sentindo...
Um ciclo pertinente e inconveniente que me faz capaz de saber o que me faz padecer, ou quem sabe, perecer... findar-se, ou simplesmente ir... Ir sem ter pra quem voltar, ir sem ter em quem ficar!
Viver, na simples intenção da palavra, sofrer na justa emoção da circunstancia, ceder na injusta condição que nos pertence... Assim seguimos e sigamos, como nômades viajantes entre razão e emoção, como coadjuvantes diante das injustiças e insatisfações. Jogando com cautela sem nunca esquecer da diversão! “vamos viver tudo o que há pra viver, vamos nos divertir....”

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